Entrevista ao grupo Força de Vencer

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Nós, formandos do curso de apoio familiar e à comunidade da Plaforma entrevistámos o grupo a “Força de Vencer”, criado na âmbito da disciplina de Área de Projecto do 12º ano da Escola Afonso Lopes vieira.
O grupo a Força de Vencer e constituído pela Ângela Lopes, Catarina Oliveira, David Afonso, Marina Reis e Tiago Gaspar.


O que é e como nasceu o vosso projecto?
R- No início do ano lectivo na disciplina da área de projecto foi-nos pedido que formássemos grupos de trabalho e pedido e que escolhêssemos um projecto que fosse elaborado durante todo ano lectivo. Depois do grupo formado, várias ideias surgiram, contudo decidimos trabalhar sobre uma doença.
Fizemos pesquisas, contámos experiências de vida e escolhemos a paralisia cerebral. Desde o início que todos ficámos interessados no projecto para o qual pedimos o apoio da APPC (Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral de Leiria). O projecto continuou e nós ficámos solidários. No Natal, realizámos o sorteio de um cabaz através da venda de rifas e neste momento estamos a organizar um sarau de solidariedade no teatro José Lúcio da Silva com os U H F, em que os lucros serão doados à Instituição.

Como conseguiram o local para a realização deste evento?
R- Foi junto da Câmara Municipal de Leiria, que aceitou com grande entusiasmo apoiar o nosso projecto, assim conseguimos a requisição do teatro José Lúcio da silva.

Os U H F foram a vossa primeira escolha?
R- Não. Por não termos recorrido a nenhuma agência devido à falta de dinheiro enviámos emails de pedidos de colaboração a todos os grupos e artistas que conseguimos arranjar através de contactos pela internet.
As respostas positivas foram poucas e dessas a que mais se adequou foi a dos UHF, aceitando colaborar sem caché. Contudo foi-nos pedido um valor pela deslocação.

O que tem feito para conseguir esse dinheiro?
R- No decorrer do projecto fomos solicitados para participar no concurso Escola alerta 2010 sobre acessibilidade, onde fomos vencedores e foi-nos atribuído o prémio no valor de 600€ que nos irá ajudar nas despesas necessárias para o sarau.
Contudo são necessários 1600€ no total, por isso, estamos a bater à porta das empresas da nossa Região para que patrocinem esta causa.
Nesta época de crise está a ser difícil, mas nada nos demove.

O que será feito aos fins lucrativos deste sarau?
R- Os lucros deste sarau serão entregues à APPC, para que esta associação consiga ajudar crianças tão especiais como são os meninos com paralisia cerebral.
Uma semana depois voltámos a conversar com o grupo Força de Vencer

O vosso projecto correu como esperavam?
R. Sim, foi uma noite muito agradável.

O local correspondeu às vossas expectativas?
R: Sim, esperávamos mais espectadores, contudo o pessoal técnico foi impecável connosco, ajudaram-nos em tudo que precisávamos desde o catering até à sala de espectáculos.

Os UHF foram uma boa escolha?
R: A banda superou as nossas expectativas pois foram muito colaboradores e solidários, o ambiente dos bastidores junto dos artistas foi muito agradável para nós jovens.

Ficaram satisfeitos com os fins lucrativos do sarau?
R: Nestas causas, o objectivo é sempre conseguir mais, mas não houve prejuízo por isso o grupo ficou contente.

Os valores necessários para a realização deste sarau foram garantidos?
R: Sim, antes de começar o espectáculo já tínhamos o dinheiro necessário para as despesas. Este dinheiro foi conseguido junto dos patrocinadores e com os bilhetes vendidos nos dias antes do espectáculo.

Entrevista elaborada por Lurdes, João Silva e Luz

Entrevista: Dedicação e amor de uma grande mulher

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O seu nome é Maria Lopes da Graça, tem 89 anos e a sua vida foi sempre de muito trabalho, mas sempre de ajuda aos outros.
Nasceu no lugar da Pipa, freguesia de Vila Cã no Concelho de Pombal, mais tarde mudou-se para a freguesia onde vive até hoje.


Neste momento como ocupa o seu tempo?
Faço a minha alimentação, alguma limpeza da minha casa, cuido da igreja da minha freguesia, continuo a ajudar como sempre fiz as crianças que frequentam a catequese. Só não ajudo quando não posso, pois como se costuma dizer já não tenho vinte anos.

Acha que Portugal é um país solidário? Se sim, porquê?
Mais ou menos, porque as pessoas não têm amor, são egoístas e só pensam nelas. Deveria haver mais caridade, amor e dedicação pelas pessoas mais velhas, porque sofrem de solidão. O país tem esquecido os mais necessitados que são muitos.

Pode dar-me alguns exemplos de situações em que tenha sido solidário.
Toda a minha vida fui solidária, socorri muitas pessoas na hora da morte e até no nascimento. A qualquer hora era chamada para acudir as pessoas da terra. Tomei conta de muitas crianças, de familiares e amigos, sem qualquer recompensa, mas sim por amor e caridade. Até posso contar uma pequena história, o padre da minha paróquia costumava receber pedidos de ajuda de África para apoiar crianças pobres, pediam as pessoas para serem madrinhas das crianças enviando 20 escudos e foi isso que fiz. Enviei 40 escudos para duas crianças e os seus nomes eram João e Maria João.

Qual a sua perspectiva para o futuro?
É viver mais uns anos em paz e amor. Ter saúde para continuar a ajudar as pessoas que precisam, é isso que faço enquanto Deus me der forças.

Sente-se realizada em tudo o que fez na sua vida?
Sinto-me realizada sim, mas gostaria de poder ter feito muito mais.
Gostaria de ter estudado mais, pois só aos 17 anos aprendi as primeiras letras, mesmo assim consegui chegar à 4º classe. Como trabalhava numa escola como contínua, fazia a alimentação das crianças e dos professores, que era constituída por sopa e pão, também havia queijo, leite e óleo de fígado de bacalhau. Vivia um pouco no meio dos livros e das crianças que adorava, fui madrinha de muitas delas que ainda hoje me visitam, pois eu era uma segunda mãe e até muitas vezes a primeira.

O que não fez na vida e gostaria de ter feito se tivesse tempo?
Gostaria de ter tido mais tempo para estudar, ter obtido mais conhecimentos. Na minha experiência de vida participei em muitos eventos, como o rancho folclórico, fazendo todas as suas roupas e acompanhando-os em todas as saídas, cantando, dançando e fazendo a alimentação para todo o grupo e ajudantes. Na minha vida fiz de tudo um pouco, aprendi a costurar sozinha, comprei uma máquina de costura e andei com a máquina à cabeça de terra em terra fazendo trabalhos ao domicílio.

Se existisse mais solidariedade o mundo seria diferente?
Claro que sim, se todos contribuíssemos um pouco. Da minha parte, tudo o que fiz na vida foi sempre em prol da solidariadade, assim como ajudava os outros, recebia sempre o dobro de volta. Consegui fazer a minha casa, trabalhei muito mas também tive muitas ajudas.

Nunca pensou em adoptar uma criança?
Nunca adoptei nenhuma criança embora gostasse, mas como tinha muitos sobrinhos que precisavam muito de mim, optei pelos meus, muitos deles viveram em minha casa por largos períodos de tempo. Além dos meus sobrinhos também cuidei de crianças enquanto os pais estavam no estrangeiro.

Se fosse mais nova gostaria de fazer solidariedade fora do país? Numa missão para ajudar os mais carenciados.
Sim gostaria, se fosse mais nova e houvesse a facilidade que há hoje. Sempre gostei de fazer o bem e de ajudar quem precisa, por isso e só por isso semeei muito e hoje estou a colher a seara.

Trabalho elaborado por: Glória, Rosa e São.

Entrevista: À Conversa com Sónia Cruz

Sónia Cruz é uma jovem de 31 anos que mora nos Marrazes e tem já uma larga experiência em solidariedade.

Sónia, sei que fazes muito trabalho voluntário, para além disso tens mais alguma profissão?
Tenho um curso de Qualidade Alimentar e actualmente sou analista de águas e alimentos num laboratório, esta é a minha profissão. Para além da minha profissão sou: catequista, escuteira e membro do Grupo Missionário Ondjoyetu da Diocese de Leiria.

O que é para ti a solidariedade?
É ser solidário, é ajudar os outros, preocupar-se com aqueles que mais precisam e agir com acções concretas. É não pensarmos só nos nossos problemas e fazermos alguma coisa pelos outros, respeitando-os sempre.

Quando e como nasceu em ti essa força que te lançou para este serviço em favor dos outros?
Não sei dizer em que momento nasceu, mas sempre senti a vontade de ajudar os outros, principalmente os mais pobres. Sou escuteira desde os 10 anos e em minha casa sempre houve um espírito de ajuda aos mais necessitados, talvez tenha começado por aqui esta vontade de ajudar os outros. Foi crescendo a vontade e o sentimento de querer fazer alguma coisa. Sempre tive uma formação cristã e acredito no Amor de Deus, que nos ama a todos sem excepções. Foi este o sentimento que me fez entrar para o Grupo Missionário em 2003 e partir para Angola em 2006 por um período de 2 anos.

Quais foram para ti as experiências mais marcantes?
Viver dois anos em Angola na Missão do Gungo foi uma experiência de vida que nunca se esquece. Com aquele povo vivi momentos difíceis, mas muito bons também que deixam agora muitas saudades. Ser Dirigente de um grupo de caminheiros e catequista de adolescentes tem sido também um grande desafio.

Como te sentes mesmo sabendo que a maioria dos jovens da tua idade não envereda por esse caminho?
Existem também outros caminhos importantes na nossa sociedade que alguns jovens também seguem. É claro que gostaria que mais jovens sentissem a vontade de ajudar os outros, mas não é necessário ir para fora do país para ajudar os outros, porque aqui onde vivem cada um é importante.

Queres contar um pouco da tua actividade no campo da partilha e em que grupos estás inserida?
Neste momento continuo a trabalhar para o Grupo Missionário, faço parte do secretariado e da equipa de formação. Temos encontros mensais e todas as semanas fazemos artesanato para angariação de fundos. É com o nosso apoio e com o de todas as pessoas que têm ajudado que temos conseguido manter um equipa missionária na Missão do Gungo em Angola e ajudado bastante o povo de lá. O Grupo também tem feito missão no Alentejo. Neste momento sou também chefe de Clã, de jovens dos 18 aos 22 e com eles trabalhamos o progresso de cada um em diferentes áreas (afectiva, intelectual, espiritual, carácter, física e social) mas sobretudo o projecto pessoal de vida de cada um.

Queres deixar alguma mensagem?
Talvez por ser escuteira, esta frase do fundador do escutismo esteja sempre presente e que a digo várias vezes nos grupos… “Deixem este mundo um pouco melhor do que o encontraram”. Que cada jovem, cada pessoa lute pelos seus sonhos, não desistam nunca de serem o que querem, sabendo também aceitar o que a vida lhes dá.

Gostaríamos que nos explicasses o significado da palavra Ondjoyetu e um pouco mais sobre como funciona esse grupo?
A palavra Ondjoyetu quer dizer “A nossa casa” em Humbundo (dialecto mais falado naquela zona). Este grupo missionário já existe desde o ano 2000, iniciado pelo Padre Vítor Mira e desde esta altura tem feito missão nesta comunidade de Angola. Inicialmente o Grupo Missionário fazia missão no período de férias dos estudantes em que muitos dedicaram as suas férias a este povo de Angola. Em 2006 as duas dioceses (Diocese Leiria-Fátima e Diocese do Sumbe-Angola) foram geminadas, assumindo assim a diocese de Leiria a Missão do Gungo (Angola). Desde então tem estado permanentemente um padre português e leigos a trabalhar para o desenvolvimento deste povo.
Em Portugal, o Grupo Missionário desenvolve algumas campanhas de sensibilização nas escolas, catequeses, encontros na diocese e fora, faz também missão numa comunidade mais isolado do Alentejo, reúne-se mensalmente para acompanhar as várias actividades que o grupo desenvolve em Angola e Portugal e onde se tomam também algumas decisões.
Para angariação de fundos o grupo reúne-se semanalmente para fazer algum artesanato que depois é vendido em feiras, encontros, etc. Organiza também um ou dois espectáculos de música na diocese.
Dentro deste Grupo missionário foi criado o Grupo dos Mil & Tal Amigos, são principalmente pessoas fora do grupo que apoiam este projecto em Angola, contribuindo com 1€ por mês. Temos também um Jornal e um blog.
O Grupo é formado por pessoas de várias idades desde os 16 até aos 70 e qualquer pessoa pode fazer parte deste grupo, participando assim nas actividades promovidas.
Neste momento em Angola está o padre David (a trabalhar há quatros anos) e duas leigas: a Inês de 23 anos, fisioterapeuta que partiu por um ano e a Angélica, uma professora primária já reformada que partiu por 6 meses.
Todo o trabalho desenvolvido em Angola não seria possível sem este grupo e o apoio de todas as pessoas de cá.

Sabemos que és escuteira; fala-nos um pouco como funciona e quais os objectivos do escutismo?
O Corpo Nacional de Escutas é uma das maiores associações católicas cuja finalidade é a educação integral de crianças e jovens de ambos os géneros, com base em voluntariado adulto seguindo os princípios e métodos do Fundador de Escutismo – Lord Baden-Powell of Gilwell e vigentes na organização Mundial do Movimento Escutista, e à luz do Evangelho de Jesus Cristo.
Os escutismo ajuda jovens a crescer, a procurarem a sua própria felicidade e a contribuir para a dos outros, ajuda a descobrir os Valores do Homem-Novo.
Em cada escuteiro faz crescer e desenvolver seis áreas: afectivo, social, intelectual, físico, carácter e espiritual.
Os escuteiros estão divididos por secções (idades): dos 6-10 anos são os Lobitos e usam o lenço com cor amarela debruado a branco; dos 10-14 anos são os Exploradores e usam o lenço verde debruado a branco; dos 14 aos 18 anos são os Pioneiros que usam o lenço azul debruado a branco e dos 18 aos 22 anos são os Caminheiros que usam o lenço vermelho debruado a branco.
A partir dos 22/23 anos os que querem e conseguem continuar no movimento começam a fazer parte das equipas de animação para ajudarem as várias secções.
São depois os dirigentes (que usam o lenço todo verde), pessoas adultas e com capacidades para educar crianças e jovens que organização e preparam todo este trabalho de crescimento a crianças e jovens preparando-os sempre para a vida adulta.

Trabalho elaborado por: Edite, Sandra e Maria Jorge

Entrevista: Testemunho de um Bombeiro Voluntário

Entrevista ao Sr. Paulo que tem 37 anos de idade. Exerce profissão de Bombeiro adjunto de comando na 5ª companhia dos Bombeiros Voluntários de Leiria em Monte Redondo.

Sr. Paulo há quantos anos faz parte da corporação dos Bombeiros em Monte Redondo?
Há dezoito anos que faço parte desta corporação.

Quer contar-nos como eram antes as instalações do quartel e como são actualmente?
As antigas instalações não tinham quaisquer condições de habitabilidade e de operacionalidade, inclusive as viaturas estavam à chuva, as instalações eram muito pequenas para o número de elementos que tínhamos. Actualmente as novas instalações foram construídas a pensar no futuro, tendo todas as condições para que se possa prestar um socorro atempadamente e de qualidade.

Em que ano foi inaugurada a nova secção 5ª companhia dos bombeiros da Freguesia de Monte Redondo?
As nossas instalações foram inauguradas a 14/12/2008.

Sente-se orgulhoso pelo desempenho dos bombeiros voluntários da 5ª Companhia de Monte Redondo. Porquê?
Enquanto responsável operacional pelos homens sinto orgulho neles, por todo o trabalho, e profissionalismo dos que o desenvolvem voluntariamente.

O que gostaria ainda de ver realizado na instituição, que pudesse ser de beneficio tanto para os Bombeiros como para a população da Freguesia de Monte Redondo?
O que eu gostaria de ver realizado na instituição era a aquisição de novas viaturas com maior capacidade operacional.

Tenciona continuar nesta profissão de bombeiro por muitos anos. Porquê?
P.G. Sim, tenciono visto já exercer esta actividade há muito anos e gostar daquilo que faço.

Entrevista realizada em 24/05/2010
Trabalho elaborado por: Albertina, Helena Azevedo, Narcisa e Emília

Visita à ABEP

segunda-feira, 26 de abril de 2010

No dia 21 de Abril fomos, em pequenos grupos, acompanhados pelo nosso formador,
fazer uma visita guiada à ABEP.
Na visita foram-nos mostradas as várias instalações, desde a recepção à cozinha que serve cerca de 500 refeições diárias. Ficámos impressionados com o tamanho dos utensílios industriais.
Passámos pelas salas de convívio do centro de dia, onde pudemos verificar as excelentes condições que a ABEP proporciona a todos os seus frequentadores.
Ambas as salas têm acompanhamento de animadoras.
Destacamos o gabinete médico e de enfermagem.
Visionámos também à sala de mudança de turnos, onde estão sempre funcionários presentes. Passámos por alguns quartos e verificámos que reuniam boas condições de higiene e segurança. Também nos foi mostrada uma sala de banho especial onde, nos casos de falecimentos existe uma maca específica.
De seguida, visitámos a creche, que têm crianças dos 3 meses aos 3 anos, e o jardim de infância que vai dos 3 aos 6 anos.
Verificámos ainda que as crianças são todas acompanhadas por animadoras.
Existe um refeitório e casas de banho adequadas às idades das crianças.
Neste momento, a ABEP tem 7 viaturas e 60 funcionários, além de lar, centro de dia e apoio domiciliário onde se servem todas as refeições escolares na freguesia dos Parceiros.

A turma faz teatro... e fá-lo muito bem!

segunda-feira, 29 de março de 2010

A turma "Idade Sem Barreiras", do Curso de Apoio Familiar e à Comunidade, fez o seu primeiro Tema de Vida, nos dias 25 e 26 de Março de 2010.
Esta actividade, teve lugar no Centro Recreativo dos Parceiros, o tema base foi a situação política antes e após o 25 de Abril de 1974 que foi caracterizada com um pequeno teatro.
Também, foram apresentados cocktails e canapés feitos por pequenos grupos, assim como foi confeccionado um pequeno lanche .
No acolhimento, os idosos receberam o nosso pequeno jornal junto a um cravo vermelho em papel com um pequeno verso, tudo isto preparado pelas pessoas deste grupo.
Estou muito grata aos formadores que nos ajudaram para o sucesso deste evento.

Maria Jorge


É verdade, chegámos todos no dia 2 de Setembro de 2009, sem saber muito bem ao que vínhamos. Sabíamos que era para fazermos um curso e tirarmos o 9º ano, mas desconhecíamos o conteúdo do mesmo.
E afinal, depois de muito trabalho, chegaram-se os dois grandes dias 25 e 26 de Março de 2010. No dia 25, fomos directamente para a associação desportiva dos Parceiros, para assim podermos trabalhar, ou seja montar os cenários, para o teatro, expormos e arranjar as mesas para os canapés e para os cocktails. Também enfeitámos a sala e pusémos as cadeiras a jeito para os nossos convidados.
Neste dia fizémos o ensaio geral da peça de teatro que foi vista por algumas turmas também da Plaforma. Pelos vistos divertiram-se não só com o teatro, mas com a nossa canção de inglês que se chama She's not just a pretty face. Como ensaio não correu nada mal. A nossa narradora e apresentadora foi a nossa colega Henriqueta Nunes.
No dia seguinte, o grande dia, fizeram-se os canapés e os cocktails que eram de uma enorme responsabilidade, pois foi tudo muito bem executado e ao pormenor. Os nossos convidados gostaram muito. Entretanto foi apresentado o teatro, pela nossa narradora Albertina. Foi com grande alegria que vimos os nossos convidados tão contentes, alguns deles a teceram comentários sobre o que viram o que para nós foi muito bom. No fim tivemos um pequeno lanche. Foi muito agradável ficar ali um pouco a conviver com todos eles.
Enfim, chegou a hora de mostrarmos que realmente somos capazes. No fim de contas estamos todos de parabéns, pois saiu-nos tudo muito bem. E a nossa canção de inglês, foi um êxito. Enfim, tudo isto para dizer que, afinal, somos mais capazes do que julgávamos e assim também validámos algumas competências .
Podemo-nos sentir orgulhosos de nós próprios, e que venha o próximo tema de vida que cá estaremos prontos e capazes.
Já agora um agradecimento para a Plaforma, para todos os formadores que nos ajudaram, também para o Sr. presindente da junta de freguesia dos Parceiros que nos cedeu o espaço para o evento vai um grande obrigado a todos e um bem haja.
Glória Fernandes


Tenho 60 anos e nunca pensei que um dia pudesse, estar à frente de um evento como este, com pessoas amigas e de muito talento. Os dias 25 e 26 de Março de 2010 vão estar gravados no meu coração.
O meu obrigado a todos os formadores pelo o apoio que nos deram, e à minha lindíssima turma de amigos da Idade Sem Barreiras.
Bem haja a todos.
João Silva


As actividades foram as seguintes: no dia 25/03/2010 foi o teatro e a canção em inglês para as duas turmas da Plaforma convidada por nós. Na minha opinião correu tudo dentro da normalidade. No dia 26/03/2010 era o dia mais esperado, pois tínhamos convidado algumas instituições da terceira idade. Estávamos todos com um pouco de nervosismo. Começámos com os cocktails, depois os canapés e, logo em seguida, o teatro que consistia numa peça antes do 25 de Abril e após o mesmo; resumia a forma como se vivia numa ditadura salazarista e depois em democracia. Depois houve um lanche oferecido por nós, formandos e Plaforma, onde pudémos verificar que, afinal, o workshop tinha sido um êxito. Agradecimentos a todos os formadores, à Plaforma e a todas as instituições que, de uma forma ou de outra, deram o seu contributo. O nosso muito obrigado a todos...
João Goinhas

Estes dias foram os grandes dias do tema de vida do grupo idade sem barreiras. Estávamos todos muito ansiossos por causa das actividades que tínhamos de apresentar, desde os canapés, aos cocktails, o teatro, não esquecendo a canção em inglês. Correu tudo muito bem e no fim de tudo isto senti-me muito feliz. A turma está de parabéns.
Gracinda


Somos um grupo de nome “Idade sem Barreiras”, andamos a tirar um curso na Plaforma de Apoio Familiar e à Comunidade.
No passado dia 26 de Março apresentámos o nosso tema de vida no Grupo Desportivo dos Parceiros, que consistiu num workshop com a demonstração de canapés e cocktails sem álcool, uma peça de teatro intitulada “A escola da vida” e uma canção em inglês.
Para este evento convidámos várias instituições do distrito de Leiria e também oferecemos um lanchinho, um jornal e um cravo de papel com uma quadra de nossa autoria.
Foi um dia com muita animação, convivemos com os nossos convidados e divertimo-nos imenso.
João Silva, Sónia, Madalena, Lurdes e Narcisa

sexta-feira, 26 de março de 2010

Vânia Nascimento

quarta-feira, 24 de março de 2010

Olá, sou a Vânia vivo em Leiria, nos Marrazes. Tenho 22 anos e 3 irmãos. Gosto muito de frequentar este curso.


O endereço do meu "site" é: vania-afc.blogspot.com

Sónia Nunes

Olá a todos. Foi com muito gosto que eu fiz a personagem Rita. Espero que tenham gostado e que venham mais temas de vida. Felicidades para todos. Beijos.


O endereço do meu "site" é: Sonia-afc.blogspot.com

Sandra Cristina

O endereço do meu "site" é: sandra-afc.blogspot.com

Rosa dos Santos

O endereço do meu "site" é: rosalaura-afc.blogspot.com

Narcisa Braga

O endereço do meu "site" é: Narcisa-afc.blogspot.com

Mª Teresa Santos

O endereço do meu "site" é: teresa-afc.blogspot.com

Mª Pereira Jorge

Olá, eu sou a Maria Jorge, vivo numa pequena aldeia que se chama Alqueidão, freguesia de Boa Vista.
Gosto de viver na aldeia onde se respira um ar mais puro e por isso mesmo o ambiente é mais saudável.
Adoro a minha família e tenho uma boa relação com os meus vizinhos, embora às vezes não goste tanto do cão do vizinho.
Sou bastante conhecida no meio onde vivo, tanto no meu lado mais activo assim como no lado menos positivo.
Gostaria de chegar ao fim desta formação com o 9º ano e uma carteira profissional. Espero, quando sair daqui, ter uma saída profissional algures no Centro de Dia, algures na minha freguesia.


O endereço do meu "site" é: mariajorge-afc.blogspot.com

Mª Madalena

Eu sou a Madalena, tenho 53 anos e sou natural de Porto de Mós. Sou casada há 34 anos, tenho dois filhos, um com 31 anos e o outro com 27; são a razão do meu viver. Sem os meus filhos a minha vida não tinha significado.


O endereço do meu "site" é: madalena-afc.blogspot.com

Mª Isabel Cruz

O endereço do meu "site" é: isacruz-afc.blogspot.com

Mª Helena Faria

O endereço do meu "site" é: Helenafaria-afc.blogspot.com

Mª Emília Jesus

O endereço do meu "site" é: Emiliajesus-afc.blogspot.com

Mª da Luz Pereira

O endereço do meu "site" é: marialuz-afc.blogspot.com

Mª Conceição

O endereço do meu "site" é: sao-afc.blogspot.com